17 de abr de 2012

Das prateleiras: Gigantes de Aço

Posted by Natália Lins On 12:41 1 comentários


Até hoje não entendo por que a produção de Steven Spielberg, “Gigantes de Aço”, não ganhou muita publicidade (pelo menos aqui no Brasil). Apesar do roteiro um tanto quanto previsível, é um filme que agrada a todas as idades. Com humor e emoção ele foi capaz de utilizar várias referências a clássicos dos mais diversos gêneros, o que o deixou ainda mais interessante.

Com a direção de Shawn Levy (Uma Noite no Museu), o longa conta a história de Charlie (Hugh Jackman), um ex-boxeador que vive em um mundo onde a luta entre humanos nos ringues já não tem mais importância. Surge então a luta entre robôs. E esse passa a ser o esporte favorito da população de 2020. Charlie se torna um treinador de robôs, os controla e os leva para lutar.

Mas sua carreira não andava nada promissora (mas se era o esporte favorito como ele podia estar falido?!), com muitas dívidas e lutas perdidas, nessa parte a previsão da provável evolução do personagem é certeira. Um fracassado que depois de muitos altos e baixos conseguirá se reerguer.

Em meio à fase nada agradável por qual ele estava passando recebe uma notícia inesperada: o falecimento de sua ex-namorada. Isso faz com que ele tenha que cuidar de um filho que teve com ela, Max (Dakota Goyo). Um garoto com muito carisma (e muito sarcástico também) que, apesar da relação fragilizada que tem com o pai, devido à ausência dele durante todos os anos de vida, consegue cativar o público e pouquíssimo tempo depois de sua primeira aparição na tela, já conquista a todos.

Algo surge em suas vidas para estreitar as relações. A sucata de um velho robô chamado Atom, escondida nos escombros de um depósito de peças. Max o leva para casa na intenção de fazê-lo funcionar novamente, e consegue.

A equipe de computação gráfica se mostrou bastante empenhada, com robôs muito bem feitos e design funcionais e criativos (ok, lembra “Transformes”, porém é muito melhor, claro). Os efeitos especiais também merecem destaque, as lutas entre os robôs levam o público a vibrar, uma coreografia no tatame. As cenas de ação, devido à tecnologia motion capure, ficam ainda melhores.


A bela namorada de Charlie, Bailey (Evangeline Lilly) é a responsável por expor o lado sentimental dele e remexer em seu passado, “explicando” para o espectador os motivos que o levaram até ali. Mas é só isso, sua participação não ganhou muito destaque.

Entre as referências o mais presente talvez seja de “Rocky: um lutador”, um filme de muito sucesso do cinema americano. Em “Gigantes de Aço” a ambientação nos faz lembrar muito mais um filme de boxe do que uma ficção científica. Ficando por duas semanas no topo das bilheterias americanas é a prova de que o boxe ainda faz sucesso nas telonas.

Tenho certeza de que, até você que não gosta de lutas chegará ao fim torcendo muito por Atom!



1 comentários:

Dakota vc e um gato miau lindoooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!........................................................e muito mas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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