27 de mai de 2013

Crítica: Star Trek - Além da Escuridão

Posted by Thaís Colacino On 00:08 0 comentários


Star Trek- Além da Escuridão
é tudo que você espera de um blockbuster: tem ação, muita diversão, efeitos que enchem os olhos, boa história e ótimas atuações, com o bônus de superar de longe o filme predecessor, que já era bom.

A trama segue Kirk e sua tripulação explorando o espaço, até algo dar errado e serem chamados de volta, quando ocorre um ataque terrorista no coração da Frota. Kirk então lidera a caça à John Harrison, "exército de um homem só", que se infiltra nos pior lugar possível, planejando cada movimento como um jogo de xadrez, manipulando - ou ajudando a Enterprise.

J. J. Abrams demonstra em Star Trek- Além da Escuridão porque foi escolhido para continuar Star Wars: respeita a série e os filmes anteriores, fazendo homenagens que os fãs vão entender e mostrando um cuidado futuro com a cine-série.


A amizade vivida por Kirk (Chris Pine) e Spock (Zachary Quinto) é melhor desenvolvida nesse segundo filme, se assemelhando e chegando ao mesmo nível de profundidade que encontramos nos personagens clássicos. Claro que isso abre brechas para piadas e tiradas com a lógica de Spock, muito bem aproveitadas e sempre divertidas.

Mas centrar bastante no bromance não quer dizer que os outros tripulantes foram deixados de lado: todos têm tempo na tela e são de utilização imprescindível para o sucesso de alguma missão, por menor que seja.

O destaque maior fica com John Harrison (Benedict Cumberbatch, o Sherlock da série inglesa). O ator traz a tona um vilão lógico e cruel, e, portanto, a se temer. A atuação de Cumberbatch está novamente excelente. Mesmo com toda a frieza de seu personagem, ele encontra espaço para expressar a angústia, dor e ódio que sente.

Star Trek- Além da Escuridão é extremamente empolgante, bem amarrado, mas deixa espaço para novos e excelentes filmes. Superando o primeiro filme, encontra seu lugar em meio às séries com possibilidade de criar mais arcos que entretenham tantos os fãs xiitas quanto os novos.

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