18 de mai de 2013

Crítica: Reino Escondido

Posted by Thaís Colacino On 22:38 0 comentários


Problemas familiares sempre rendem histórias, assim como a pessoa que luta por um povo ao qual não pertence. Infelizmente, costumam ser previsíveis. É o caso de Reino Escondido, novo trabalho da Blue Sky Studios, mesmos produtores de Era do Gelo e Rio.

Na trama seguimos Maria Catarina, ou M.C., como prefere ser chamada, se mudando para morar com o pai, um professor que parece maluco por ter dedicado parte de sua vida procurando um povo de tamanho diminuto que parece viver na floresta. M.C. acaba por se envolver em uma batalha entre os Homens-Folha, os tais seres diminutos, e os Boggans, a decomposição da vida.

Pode lembrar vagamente Avatar, tanto pelo teor da história quanto pelo excelente visual. Apesar de não ter conferido em 3D, muitas cenas parecem ter sido feitas especialmente para isso. As belas paisagens da floresta são muito bem representadas, com todas as cores e vibrações da vida.

As cenas de ação também tiveram um cuidado especial e são bem executadas, possibilitando total entendimento e conhecimento de onde se encontram os personagens - normalmente, borrões rápidos são utilizados para gastar-se menos e para tentar demonstrar 'habilidade'.

Apesar de todo o cuidado, Reino Escondido não mostra-se nem um pouco inventivo e prolongando-se em situações que poderiam ser mais agéis. A dublagem do pai e do comandante também são sofríveis, não combinando com os personagens ou pecando em certos momentos mais emocionais.

Mesmo com falhas, Reino Escondido é um bom divertimento, mesclando bem situações emocionais - sem se aprofundar -, engraçadas e cheias de ação.

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